segunda-feira, 19 de abril de 2010

A vida continua...

Dia 12 agravou-se o estado de saúde do filho de uma grande amiga minha. Ela estava internada há uma semana para debelar algo consequente de um problema que tinha. Era previsível a morte do filho que faleceu a 13 mas jamais previsível o dela, que ocorreu a 15.
Não pude estar presente na despedida a ambos e fiquei imensamente triste com tamanha perda, mas a vida continua, porque no dia 14 estava na consulta com a minha mãe e no dia 16 foi operada.

Uma semana com o neto metido numa gastroenterite ainda não totalmente debelada depois de todos terem estado com o mesmo problema, mas lá controlaram e eu apenas dei apoio telefónico, quase parecendo o 808242424!

Meia trôpega pela gripe que me assolou tive que ir buscar forças ao raio que me parta e lá naveguei o barco entre uma espiral de emoções dizendo por vezes uma carrada de asneiras sonoras outras em pensamento, forma que tipicamente um angolano encontra para deitar fora o que nos aperreia a alma.

Ontem não fiz nada de nada e abençoado ténis que me fez espairecer e carregar baterias, não fosse o raio do sofá ser uma porcaria e não ter dinheiro para comprar um "à maneira", a coisa foi-se compondo, porque p'ra frente é que é o caminho.
Numa das finais de ténis, a tenista russa VERA ZVONAREVA que perdia teve um ataque de fúria desfazendo uma raquete! Como gargalhei.!




















Vou comprar meia dúzia ao chinês e sempre é melhor do que os vizinhos eventualmente ouvirem eu a dizer tantos palavrões, a maioria em kimbundo e logo por baixo de mim moram uns angolanos.

(foto Eurosport)

10 comentários:

  1. Pois, quando algo corre mal, vêm uns a seguir aos outros.
    Mas como escreveste, a vida continua.
    O mais engraçado e não encontro explicação para isso, é a necessidade que temos de dizer palavrões, ou então como fez a tenista, de estragar a raquete:)
    Beijocas

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  2. OLA

    DIZER PALAVROES ALIVIA:))

    AS TUAS MALHORAS E A VIDA CONTUNUA.

    BEIJOCAS

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  3. Querida Fatyly

    Há momentos na vida assim... tudo parece desabar sobre a nossa cabeça....

    Desejo realmente que o sol volte a brilhar à tua volta.

    Beijinho.

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  4. Mas uma desgraça nunca vem só. Olha vai ao chinês... (hHum ainda há pouco vi "cuidado com a língua" e lá diziam que chinês não tem circunflexo mas dá tanto jeito colocar um sinal em cima do e) estava a dizer vai ao chines e compra uma raquete aquela das moscas e tem dupla função : matar as moscas e dar com ela nas paredes..

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  5. Wind
    o que é preciso é matermos sempre a boias nas ondas das emoções negativas tal como nas positivas, mas afundarmo-nos JAMAIS!
    Também não tenho explicação para a necessidade dos palavrões, coisa que jamais faço em frente das pessoas sobretudo das crianças e muito menos a conduzir. É preferível estragar uma raquete ou até atirar um prato contra uma parede do descarregar num outro ser humano.

    Sideny
    Alivia sim e já estou complatamente restabelecida:)

    Vicktor
    Sem sombras de dúvidas e já está tudo mais calmo. Até hoje, Por mais negro que o ambiente seja, ponho sempre pilhas no sol da esperança e do sorriso e toca a andar:)

    Avogi
    Essa já tenho há muito desde que morreu o Pompom (gato) maior caçador de moscas e mosquitos:)

    Beijos sorridentes a todos e o meu obrigado

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  6. Quis dizer melhoras e nâo malhoras

    :))

    ando mesmo a precisar de oculos
    e com teclado preto ainda pior.

    beijocas

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  7. Lamento o que se passou com a tua amiga e filho ... coisa horrível ...

    e espero tudo corra bem com a tua mãe.

    beijinhos

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  8. A vida continua. Sempre.

    O que é fundamental preservar é a auto-estima.
    É, diga-se, muito difícil quando o céu nos cai em cima.

    As melhoras de todos.

    Beijinhos

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  9. Sideny
    Eu percebi, mas se precisas trata disso porque a vista é algomuito, mas muito precioso.

    Isabel-F
    foi mesmo amiga, mas é a vida e agora há que andar p're frente.
    A minha mãe está a recuperar bem e ainda hoje sai com ela a tarde toda e até lhe fui mostrar o mar:)

    Beijocas e obrigado

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  10. Observador
    Tal e qual uma semana bem sofrida! Dói bastante a perda de amigos de longa data, mas ficar a chorar pelos cantos não é a minha forma de encarar as coisas. Levo a paulada, vou ao chão, choro, levanto-me toda partida e começo a andar.

    O meu pessoal já está recomposto e nas suas vidas e minha mãe a recompor-se...

    e tudo passa, até nós passamos:)))

    Beijocas e obrigado

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