segunda-feira, 24 de setembro de 2012

ACREDITAR!!!



















Estou farta de políticas
intolerantes e ineficazes
jornalismo feito de dicas
às ordens de capatazes!

A culpa é sempre dos outros
foram além do que podiam
é o que dizem estes cachopos
que ainda na fralda mijam!

Rodeados de mordomias
nada lhes pode faltar
numas assimetrias
que começam a escaldar!

Todos com rabos de palha
alguns nunca trabalharam
agora é a TROIKA que ralha
porque em tudo falharam!

Não quero mudanças de governo
iriam outros da mesma casta
quero apenas que dêem o exemplo
porque eu já grito BASTA!

"Não há pior cego que aquele que não quer ver*
Não há ausentes sem culpas, nem presentes sem desculpas*
Obra de prudente é, podendo fazer mal, não o fazer*
porque...
Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe!*"

Fatyly- 24/09/2012

*Provérbios portugueses


Vamos dentro dos nossos "núcleos" DEIXAR DE SER LAMECHAS e substituir os verbos DESANIMAR pelo ACREDITAR, CHORAR pelo SORRIR, PARAR pelo FAZER, DESAMPARAR pelo ABRAÇAR, DAR para RECEBER, OUVIR e AJUDAR?

e toma lá um abraço por teres lido o que me saiu da alma sem ser revisto e programado mas SENTIDO.


domingo, 16 de setembro de 2012

PARABÉNS MINHA NETA












pelo teu primeiro aniversário. Parece que foi ontem que te vi "tão amolgada" e graças à tua mãe e a toda a equipe médica deste o berro para a vida depois de teres passado o cabo das tormentas. Quando te vi a emoção era tão grande que não consegui pegar em ti e cinco dias depois já não eram visíveis as marcas que tinhas.

Hoje estás enorme, gordinha e até já dás alguns passos sozinha. És a benjamim da família. O teu mano já me disse: Avó a mana faz anos mas as "pendas" são para mim porque ela não sabe abrir:)

Logo estaremos todos juntos e obrigada filha e genro pelos netos que me deram!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O Tempo Vale Muito Mais do que o Dinheiro

Perder tempo não é como gastar dinheiro. Se o tempo fosse dinheiro, o dinheiro seria tempo.
Não é. O tempo vale muito mais do que o dinheiro. Quando morremos, acaba-se o tempo que tivemos. Quando morremos, o que mais subsiste e insiste é a quantidade de coisas que continuam a existir, apesar de nós.
O nosso tempo de vida é a nossa única fortuna. Temos o tempo que temos. Depois de ter acabado o nosso tempo, não conseguimos comprar mais. Quando morreu o meu pai, foi-se com ele todo o tempo que ele tinha para passar connosco. As coisas dele ficaram para trás. Sobreviveram. Eram objectos. Alguns tinham valor por fazer lembrar o tempo que passaram com ele - a régua de arquitecto naval, os relógios - quando ele tinha tempo.
As pessoas dizem «time is money» para apressar quem trabalha. A única maneira de comprar tempo é de precisar de menos dinheiro para viver, para poder passar menos tempo a ganhá-lo. E ficar com mais tempo para trabalhar no que dá mais gosto e para ter o luxo indispensável de poder perder tempo, a fazer ninharias e a ser-se indolente.
A ideologia dominante de aproveitar bem o tempo impede-nos de perder esses tempos. Quando penso no meu pai, todas as minhas saudades são de momentos que perdi com ele. Uma noite, numa cabana no Canadá, confessou-me que o único filme de que gostava era «Um Peixe Chamado Wanda«. Todos os outros eram uma perda de tempo. Perdemos a noite inteira a falarmos e a rirmo-nos disso. Ainda hoje tem graça.

Miguel Esteves Cardoso, in 'Jornal Público (26 Dez 2011)

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

HELP!!!!

1- Na segunda feira estive das 8h às 21h no trabalho SOS Avó onde sou remunerada com abraços, ginásio com todos os exercícios e além das netas há duas tartarugas + 1 da escola delas que passou as férias em casa e finalmente o Luky que resolveu ser a minha sombra negra. Eu bem digo que quem me disse um dia que noutra geração fui tigre, acho que era mais virado para cão:)

2- Ontem fui à consulta de oftalmologia com a minha mãe e aproveitei para uma revisão aos meus ôios. A minha mãe feliz e contente porque está tudo bem e não precisa de mudar de óculos após os tais raios lazer que levou há dois meses. Eu também estou bem aliás por defeito vejo bem demais e até o que não quero ver, mas o "ôio" direito (que embirração com a direita porque será?) está um nadica de nada mais preguiçoso na convergência para a visão intermédia, e tive um ligeiro aumento. Como ao longo destes quase cinco anos estes óculos levaram uma esfrega dos netos...lá vai barão para uns novos, mas nada que me tire o sorriso.
Para lá a minha mãe ia "em pulgas" olha o camião, Fatyly vai mais devagar, cuidado está vermelho, ai tanto trânsito, que calor meu Deus e eu calada que nem rato com a paciência nos limites. Para cá vinha eufórica e quis jantar fora e logo na praia. Ok chefe és tu quem pagas bora lá aproveitar. Eram 19h e resolveu chamar os netos e as duas bisnetas e só cheguei a casa às 22h. Às tantas dizem as netas avó amanhã vamos brincar e tens de jogar à bola para ver se te ganhamos. Porquê? Tens de ficar connosco. Ai sim, não sabia! Aiiiii mãe esqueci-me por completo de te avisar, pode ser? Pois...

3- Assim sendo vou agora mesmo para lá e será mais um dia que não verei a Vuelta, o resumo do paralimpicos e o meu ténis, mas estar com elas é "esquecer tudo" e ficar completamente KO...

Inté