sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Sexta-Feira pois então!



Hoje é dia de ir buscar as netas à escola e vou sempre mais cedo de forma a adiantar as tarefas domésticas da filha e genro:)

É o que vou fazer neste preciso momento "divertir-me", mas é caso para dizer:

"quando estão doentes e ou precisam a enfermeira anda. Quando a enfermeira está doente (rinite bem assanhada mas devidamente medicada), tem de andar na mesma.":)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Mas isto é alguma novidade? Para mim nunca o foi!

O elevador secreto de Valentim Loureiro e outras bizarrias autárquicas

Passados cem dias de mandato, novos autarcas começam a deitar as mãos à cabeça com as heranças que receberam.

O novo presidente da Câmara de Gondomar, por exemplo, descobriu um elevador secreto, deixado por Valentim Loureiro



Quando Marco Martins tomou posse, o difícil foi não esbarrar em situações insólitas. Primeiro, o gabinete de Valentim Loureiro estava transformado num bunker, onde poucos alguma vez haviam entrado. Em quase duas décadas, o anterior presidente só por duas vezes se terá deslocado ao bar do edifício camarário e "para reclamar com os funcionários ", conta-se. Valentim tinha um elevador secreto e exclusivo cujo código de acesso era a sua data de nascimento que ligava diretamente a um parque de estacionamento para os automóveis do presidente e da filha, ex-vereadora. Para trás, Valentim deixara também o fax com a respetiva lista de contactos, que iam de dirigentes do mundo da bola a pessoas com quem tinha negócios. Mas o filme apenas começara. Ao longo das semanas que já leva de mandato, Marco Martins descobriu viaturas velhas da autarquia por abater, "nas quais já haviam nascido pinheiros", uma frota automóvel com uma idade média de 22 anos e gastos de milhares de euros em aplicações informáticas que nunca foram instaladas ou usadas. Soube, também, que umas moradias em banda, vandalizadas e destruídas, afinal pertenciam à Câmara, e que o erário público também continuava a pagar o arrendamento de um mercado provisório, num terreno onde, desde 2011, já não existia nada. Um heliporto, orçado em 92 mil euros, foi também construído junto do IC29 e de um hospital, mesmo depois do pedido de licenciamento ter sido chumbado pelo Instituto Nacional de Aviação Civil. "Processos judiciais em que a autarquia é ré, são cerca de 400, mas ainda não estão quantificados os valores", refere o autarca, que herdou uma dívida de 145 milhões de euros, contas ainda por baixo, "pois espero mais surpresas". Não fosse Marco Martins bombeiro voluntário e dir-se-ia que Gondomar tem demasiados fogos para apagar. "O que me salva é ter subido degrau a degrau, na vida autárquica e ganho experiência a partir de uma freguesia. Caso contrário, estava tramado."
Agora que os primeiros cem dias de mandato se cumprem, o que há de mais insólito nas heranças dos novos presidentes? Conheça mais 8 casos bizarrros na VISÃO que está nas bancas

de: Visão.sapo.pt

se vos apetecer pesquisem "O caso das Batatas" de 1965 em Angola e verão que quem nasce torto nunca se endireita!

domingo, 26 de janeiro de 2014

Hoje faço anos:)

e a Wind ofereceu-me este video que me acompanha há anos e anos:)

Já são 63 anitos...estou mesmo velha e cansada:)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Carta aberta ao senhor ministro da Educação e Ciência

de: ANTÓNIO COSTA PINTO , DIOGO RAMADA CURTO e MANUEL SOBRINHO SIMÕES
19/01/2014 - 01:12

O frágil e muito promissor edifício da investigação científica construído em Portugal nas últimas décadas está em risco. Risco sério: porque poderemos a breve prazo vir a recuar para ocupar de novo o lugar na cauda da Europa. Centros, laboratórios, programas de investigação e candidaturas a bolsas têm sido afectados por cortes brutais de financiamento público, capazes de provocar descontinuidades e impor bloqueios. Mas o pior é que este recuo pode não estar associado apenas à crise financeira que o país atravessa e que obviamente compreendemos, mas a opções numa área que representa muito pouco na despesa do Estado – e dos fundos estruturais da União Europeia, sublinhe-se – e é uma alavanca decisiva para a modernização de Portugal.

Em paralelo, os critérios e os processos de avaliação dos concursos da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) têm-se revelado pouco claros e transparentes. Sobretudo, a avaliação dos concursos de 2013 causou situações de uma injustiça gritante que urge resolver. As constantes mudanças de regulamentos, a falta de planificação, as permanentes alterações dos prazos, e a confusão burocrática anexa, caracterizam infelizmente os programas que têm sido lançados, ao que acresce o perigo de regresso a um modelo clientelar e não meritocrático de avaliação pelo pares.

Será necessário perceber se a FCT tem uma estrutura funcional capaz de dar conta do edifício científico. Para isso, será necessário pôr o dedo na ferida e perceber até onde vai a falta de recursos, materiais e sobretudo humanos, e como evitar uma excessiva dependência de calendários circunstanciais impostos pelo Ministério das Finanças ou das apetências clientelares pelo fundos estruturais que aí vêm. Ou seja, como pode a FCT criar as condições de estabilidade para defender a autonomia da ciência?

Preocupa-nos também a desorientação geral com que têm sido tratadas as candidaturas das mais jovens gerações. Partilham elas expectativas e compromissos que são defraudados sem complacência. A geração situada entre os 30 e 40 anos – que se tem imposto pelos seus currículos de investigação guiada pelos melhores padrões – corre o risco de ser varrida, perdendo-se o investimento realizado nas últimas duas décadas e regressando-se ao atraso paroquial de onde saímos há ainda muito pouco tempo.

Estamos conscientes que, quando as taxas de sucesso em concursos públicos para a investigação (bolsas e projectos) baixam para números risíveis, quase seria preferível não abrir os mesmos concursos. Mantê-los equivale a continuar um simulacro de “excelência” e “internacionalização”, em que por vezes o custo dos avaliadores acaba por ser superior ao número de bolsas atribuídas. Ora, em “casa onde não há pão” e onde as regras deixam de ser claras, criou-se todo um clima de suspeição, resultado directo do desinvestimento e do reforço dos poderes das clientelas.

Os apoios à investigação dependem do reforço das boas instituições e dos bons investigadores e projectos, avaliados correctamente e por critérios rigorosos (outra conquista recente que nada tem a ver com a existência de menores recursos). Acreditamos, pois, que seria fundamental, em relação às instituições, recompensar as melhores e “reformar” as piores.

As carreiras de investigação como as de professor nas universidades estão fechadas. E o modelo de crescimento das universidades e dos centros de investigação, se existe, faz-se à custa de trabalho precário, contratos de poucos anos, chegando até aos cinco meses para cobrir apenas o semestre. Por sua vez, os riscos de não fomentar a autonomia e a liberdade na criação da ciência são enormes, se não se respeitarem as diferentes escalas. Por exemplo, a simples vinculação das bolsas individuais a projectos faz desaparecer temas e objectos de enorme potencial inovador, que se não fazem parte da agenda do “grande professor” não existem. A passagem de todas as bolsas de doutoramento para as universidades elimina a liberdade de alguns estudantes escolherem instituições internacionais de ponta nas suas áreas. Também é de recear que as agendas de investigação, progressivamente dominantes nos centros de investigação, sejam cada vez mais a agenda dos decisores políticos de circunstância e dos naturais interesses que os apoiam. Por todas estas razões, impõe-se a defesa da autonomia, da liberdade científica e da investigação fundamental, guiada pela avaliação rigorosa da qualidade e do impacto na comunidade e na sociedade.

Porque não aceitamos que se destrua o processo de criação de um ensino superior feito no contacto permanente com a investigação científica, lutamos pela autonomia, mas não podemos prescindir dos recursos financeiros que a sustentam. Tão-pouco podemos aceitar que o futuro das gerações mais jovens de investigadores altamente qualificados fique hipotecado e seja, pura e simplesmente, espatifado.

É natural que, num período de crise, os escassos recursos sejam canibalizados pelos interesses mais poderosos e o próximo exercício dos fundos da União Europeia vai torná-lo seguramente mais claro. Mas esperamos que seja respeitado o consenso em torno da ideia de que o investimento em investigação científica é, de facto, o mais rentável para que o desenvolvimento do país não seja apenas aparente.

Investigadores e professores universitártios

DAQUI

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Vamos levantar o astral e canta comigo!



E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas se abrirem
Vais ver o sol brilhará
vais ver o sol brilhará

sábado, 18 de janeiro de 2014

TÉNIS - Open da Austrália 2014

Foto do dia: o calor na Austrália dá nisto...



O Open da Austrália 2014, em ténis, tem sido marcado pelo calor. Temperaturas que chegam aos 42 graus, dia após dia, ao longo da primeira semana, já levaram à desistência de vários jogadores.

Há previsão de descida considerável da temperatura para sábado, mas um dia antes Novak Djokovic publicou, no Twitter, um exemplo das condições em Melbourne. Condições que já foram consideradas "desumanas" pelo tenista Frank Dancevic.

Até dá para cozinhar no chão.

por Nuno R. Teixeira

in: O RELVADO