domingo, 13 de julho de 2014

DESPORTO - Não resisti e fiquei feliz por estes vencedores!

Emanuel Silva e João Ribeiro sagram-se campeões da Europa de K2 500

Portugal conquista a quinta medalha nos Europeus de canoagem.

Tiago Machado é terceiro da geral


O ciclista português Tiago Machado (NetApp-Endura) subiu hoje ao terceiro lugar da geral da Volta a França, ao ser 10.º na nona etapa, ganha pelo alemão Tony Martin (Omega Pharma-Quickstep).

(in Sapo-Desporto e outro "que fechei sem querer")

BOA SEMANA



irei aparecendo nos vossos espaços, se puder, se me apetecer porque amanhã entrarei em SOS-AVÓ.

sábado, 12 de julho de 2014

Coisas que me tiram do sério! Verões escaldantes!

No Verão passado, mais precisamente em 2 de Julho de 2013 o país tremeu, os mercados de gente sem rosto abalaram o país de norte a sul, a TROIKA berrou, os juros da dívida pública dispararam para níveis impensáveis, com o "irrevogável de Paulo Portas".

Estamos em Julho não é? Se não bastasse tudo o que já sentimos na pele, vem Ricardo Salgado & Companhia fazer tremer ou tramar ainda mais os portugueses com o que todos sabemos e baralhar completamente quem não percebe nada do assunto e que teme por mais "pesadelos". Os mercados enlouqueceram, os juros da dívida subiram e a novela ainda não acabou.

Sabemos tudo? Podemos acreditar em quem? Quem tem alguma coisa no BES-banco poderá confiar no que a toda a hora nos entra pela casa a dentro proferida pelos "entendidos e sobretudo pelo governo que ficará na história pelos motivos que sabemos?"

Na minha modesta opinião o BES-banco deveria mudar de nome e triste é como uma família centenária e de renome se envolve em "milhões" para além dos milhões que tinham. Sinceramente...

quinta-feira, 10 de julho de 2014

VAMOS SORRIR - 34

Um cidadão morreu e foi para o céu .

Enquanto estava em frente a São Pedro nos Portões Celestiais , viu uma enorme parede com relógios atrás dele.
Ele perguntou:
- O que são todos aqueles relógios ?

São Pedro respondeu:
- São Relógios da Mentira. Todo mundo na Terra tem um Relógio da Mentira.
Cada vez que você mente os ponteiros se movem mais rápido ..
- Oh!! - exclamou o cidadão
- De quem é aquele relógio ali?
- É o de Madre Teresa. Os ponteiros nunca se moveram, indicando que ela nunca mentiu.
- E aquele, é de quem?
- É o de Abraham Lincoln. Os ponteiros só se moveram duas vezes, indicando que ele só mentiu duas vezes em toda a sua vida.
- E o Relógio do Passos Coelho, também está aqui ?
- Ah! O do Passos Coelho está na minha sala.
- Ué - espantou-se o cidadão. Porquê ?
E São Pedro, rindo, respondeu:

- ESTOU USANDO COMO VENTILADOR DE TECTO.
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A empregada africana, chorando convulsivamente, chega à sala de estar com a
mala de viagem na mão e despede-se da patroa que, muito intrigada lhe perguntou:

- Carmélia, que se passa? Para onde vai?

- Prá junto di minha família, Dona Fror, prá mórrér junto di meus!...

- Mas? o que aconteceu, querida?

- Óh Dona Fro, a sinhora fala sémpre qui seu marido é issilente médico e

nunca errou uns dignóstico ná vida...

- Pois é? É verdade? Normalmente, ele nunca se engana no diagnóstico...

Mas, o que tem isso a ver com a sua saída de casa?

- Então Dona Fror, é qui o Dr. hoje pela manhã, antes di ir embora, apértou

a minha bunda com as duas mão e dissi-mi no ouvido:

- DESTA NOITI NUM PASSAS!

(recebido por e-mail)

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Cabazada de realidade



Os portugueses defendem partidos fortes, mas não estão dispostos a participar neles; querem uma sociedade civil pujante, mas ficam sentados à espera que ela apareça; queixam-se da política, mas não gostam de chatices, excepto no caso de subida rápida. As pessoas exigem serviços públicos impecáveis, mas têm dúvidas sobre a ideia de pagar impostos; querem a comunidade segura, mas não lhes importa a do vizinho; e o atendimento tem de ser perfeito, mesmo quando não se paga. A cultura será gratuita; os artistas são maus, sobretudo quando não são conhecidos lá fora; e os escritores não podem ser incómodos, pelo contrário, devem limitar-se a afirmações fofinhas e politicamente correctas.
A elite de pessimistas na imprensa e blogosfera pensa que os governantes e os partidos seriam perfeitos se fossem outros, mas nenhum destes autores se interroga como se faz uma democracia sem partidos. Quando aparece um novo, como aconteceu recentemente, os mesmos observadores escrevem, nos seus sofás, que estas iniciativas dividem e estão longe do ideal. Ainda não era bem isto.
Os políticos mais citados são os que estão nas alas, à espera de oportunidade, enquanto aproveitam para marcar posição sentada e fazer corajosas críticas à governação, típicas de quem nunca se chegou à frente. Quando alguém tenta ser líder, lá está uma nova divisão. E se o poder não é entregue de mão-beijada, ai, ai.


Os intelectuais dizem que a Europa parece em colapso, mas a realidade é diferente: Reino Unido e Alemanha estão a entrar numa fase de euforia económica; a Polónia encontra-se num ciclo de expansão que poderá durar décadas; Itália, Espanha e Holanda saíram de recessões violentas, já têm crescimento e estão a criar emprego. Dos seis maiores, só a França continua em dificuldades!
Pessoas que ao longo de toda esta crise estiveram erradas continuam a debitar conselhos e a fazer conjecturas sobre o nosso desaire, sempre adiado. Agora, dizem que não houve reformas, mentira mil vezes repetida, quando deviam tentar explicar à opinião pública que ainda falta fazer parte das reformas de que o País precisa.
Admitindo por um minuto que têm razão, se não houve reformas, o que estivemos a fazer todo este tempo? Eles têm a resposta na ponta da língua: cortes cegos. E ninguém lhes pergunta qual era a alternativa e onde é que se devia ter cortado. Se não era nos salários e pensões, então onde era? Temos menos cem mil funcionários públicos, mas não houve reformas. Cumprimos o que exigia o memorando, mas não houve reformas, apenas cortes cegos.

Nunca percebi o que querem os pessimistas, mas temo que os credores e parceiros europeus tenham escassa paciência para aturar o choro convulsivo de quem levou uma cabazada de realidade.
Precisamos de acordar, de sair desta pasmaceira. Temos de mudar a conversa dos coitadinhos, de que a crise nos foi imposta de fora, que os emigrantes são vítimas, os desempregados têm lepra, a mudança é impossível. É que depois das lamentações da praxe continuamos a vidinha burguesa (sim, os estádios estão cheios para os festivais de verão, os restaurantes e as praias andam repletos, os hotéis funcionam com normalidade, a venda de automóveis anda parva). A verdade é que a neurastenia é uma conversa para inglês ver, a crise está a acabar para a maioria das pessoas e é tempo de começarmos a pensar nos problemas a sério do futuro do país, e estes não estão nos partidos e na democracia, nem no governo ou nos europeus, mas no egoísmo e na improvisação, na hipocrisia e falta de visão de quem acha que o tempo ainda pode andar para trás.
Querem uma analogia futebolística? Falta-nos organização e vontade, temos uma visão distorcida das nossas capacidades e a preparação foi insuficiente. Levámos quatro a zero, mas a vida continua, vem aí outro apuramento, temos de levantar a cabeça. Alguns acham que o mundo lá fora é perigoso e preferiam jogar sozinhos na praia, tipo brinca-na-areia, mas é fácil perceber que essa opção já não existe e que temos de jogar com a fasquia mais alta.

por Luís Naves, em 09.07.14
do blogue: Delito de Opinião

terça-feira, 8 de julho de 2014

UM LIVRO QUE NUNCA DEIXOU DE SER ACTUAL!



"Este livro retrata a história de um menino de cinco anos chamado Zezé, que pertencia a uma família muito pobre e muito numerosa. Zezé tinha muitos irmãos, a sua mãe trabalhava numa fábrica, o pai estava desempregado, e como tal passavam por muitas dificuldades, pelo que eram as irmãs mais velhas que tomavam conta dos mais novos; por sua vez, Zezé tomava conta do seu irmãozinho mais novo, Luís.
Zezé era um rapazinho muito interessado pela vida, adorava saber e aprender coisas novas, novas palavras, palavras difíceis que o seu tio Edmundo lhe ensinava. Contudo, passava a vida a fazer traquinagens pela rua, a pregar peças aos outros e muitas vezes acabava por ser castigado e repreendido pelos pais ou pelos irmãos, que passavam a vida a dizer que era um mau menino, sempre a fazer maldades. Todos estes fatores e o fato de não passar muito tempo com a mãe, visto que esta trabalhava muito, faziam com que Zezé, muitas vezes, não encontrasse na família o carinho e a ternura que qualquer criança precisa. Somente de sua irmã Glória, que ele carinhosamente chama de "Godóia".
Ao mudarem de casa, Zezé encontra no quintal da sua nova moradia um pequeno pé de laranja lima, inicialmente a ideia de ter uma árvore tão pequena não lhe agrada muito, mas à medida que este vai convivendo com a pequena árvore e ao desabafar com esta, repara que ela fala e que é capaz de conversar consigo, tornando-se assim o seu grande amigo e confidente, aquele que lhe dava todo o carinho que Zezé não recebia em casa da sua família. Zezé teve também um grande amigo o português Manuel Valadares." - Wikipédia

Eu li, as filhas leram e as netas mais velhas também. Ontem estive a reler e acho que é um livro com imensos ingredientes positivos para as crianças jovens e velhos!

domingo, 6 de julho de 2014

VOLTA À FRANÇA - 2014

Os portugueses Rui Costa (actual campeão do mundo) e Tiago Machado terminaram no grupo da frente na segunda etapa da Volta a França e estão a dois segundos do camisola amarela.

A tirada deste domingo foi disputada em terras britânicas, entre York e Sheffield, numa distância de 201 quilómetros.

A vitória foi para o italiano Vicenzo Nibali, da equipa Astana, que é o novo camisola amarela do Tour, por troca com o alemão Marcel Kittel.

Nibali foi o primeiro a cortar a meta, logo seguido de um grupo perseguidor, onde estavam os portugueses Rui Costa e Tiago Machado, que estão a dois segundos do novo líder da Volta a França.

EXCELENTE, EXCELENTE, EXCELENTE!