quarta-feira, 27 de agosto de 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
LEITURAS
Transporto para aqui este texto do blogue "Luz de Luma, yes party!", que acompanho já há uns anos.
Gosto imenso de o ler por ser uma escrita fácil, mas por vezes tenho de o fazer aos aos poucos para absorver toda a informação, como foi no caso deste. Excelente!
TECNOLOGIA E O FUTURO DAS PROFISSÕES
Gosto imenso de o ler por ser uma escrita fácil, mas por vezes tenho de o fazer aos aos poucos para absorver toda a informação, como foi no caso deste. Excelente!
TECNOLOGIA E O FUTURO DAS PROFISSÕES
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
FÉRIAS!

(foto Google)
Os meus vão estar até domingo, numa zona rural onde podem praticar ciclismo, atletismo e natação. Queriam que eu fosse, mas prefiro ficar no meu sossego.
A pergunta que fiz: e quem vem tratar do Lucky e da Pantera (uma gata que não dá trabalho algum)?
Deitado aos meus pés, mal me ouviu sentou-e e fixou-me tal e qual como o da foto.
Tinham quem lhe fosse dar de comer, mas numa mistura de riso e seriedade perante o ar de S.Exª., disse que não era preciso, eu ficaria lá em casa e arrematei, não é Lucky?
Não consigo descrever a "parvoeira em que entrou", saiu disparado, correu que nem maluco, deu duas voltas à casa e trouxe-me uma bola, aliás "os restos mortais de uma bola" e deixou-a cair à entrada de casa (não entra com ela porque assim foi educado) e sentou-se a olhar para mim com um ar tão feliz.
Ele sabe quando saem se o vão levar ou não. Quando lá estou e tenho de ir buscar a neta à escola, mal me vê pegar na carteira, vai logo para a varanda e deita-se na sua poltrona:)
Vai-me saber muito bem esta pausa, fazer o que me apetecer, escutar o silêncio e os "peeeessssarinhhhos"... LIVRE

e não tenho de todo ao afirmar que vou de FÉRIAS por causa das duas "sombras negras":):):)
BOA SEMANA PARA TODOS!
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
CINEMA

Um filme que todos os pais deveriam ver, rever e tornar a ver, já para não falar nos avós como eu...porque sim!
Lidar com um trauma não é fácil como não é fácil ser-se mãe de um filho tão revoltado, mas, pelo menos para mim, encontrei e encontro sempre que o vejo "pequeninas ferramentas para compreender mais e melhor o mundo das crianças e ou adolescentes"
sábado, 16 de agosto de 2014
DESPORTO - PARABÉNS JESSICA
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
CRÓNICAS DA PRAIA - Encontrei o Tuga
CRÓNICAS DA PRAIA - Encontrei o Tuga
Hoje na praia encontrei o Tuga, ou melhor, um exemplar do Tuga, uma espécie característica do nosso habitat. No encontro de hoje na praia tratava-se de um adulto, acompanhado da mulher e dos filhos, ainda crianças pequenas.
O Tuga, braços tatuados e cabelo curtinho, chega ao areal equipado com uma camisola de alças vermelha, com o emblema do glorioso e com uns calções amarelos e verdes compridos, quase a tocar nas havaianas brancas. Carrega o chapéu de sol, uma geleira e ainda consegue rebocar um dos filhos. Traz um boné de pala e em cima desta poisam uns óculos escuros.
A tribo do Tuga poisou logo bem encostadinha às pessoas que já estão na praia, o Tuga não gosta de estar sozinho. Espetado o chapéu de sol, os miúdos são besuntados com creme protector pela mãe Tuga, enquanto o pai arruma a geleira debaixo do chapéu e em voz bem alta avisa-os para se portarem bem senão volta tudo para casa.
Em seguida pega numa bola e com um pontapé atira-a para longe dizendo aos miúdos para irem jogar e terem cuidado com as pessoas. A bola atirada pelo Tuga tinha, entretanto, acertado num velhote que passeava no sítio errado.
Com o olho nos putos o Tuga senta-se a ler o Record e puxa de um cigarro cuja cinza vai sendo depositada na areia.
Passado pouco tempo os putos aparecem, um deles a chorar porque o outro lhe tinha batido. Aí o Tuga, senta o mal comportado na toalha, acende mais um cigarro, põe os óculos na cabeça, como sabem os Tugas não usam os óculos nos olhos, é na testa ou na cabeça, e vai ele jogar com o irmão.
Dois minutos depois volta e diz para a família ir ao banho. Ouvem-se uns protestos da mãe Tuga, mas a voz alta do pai Tuga é persuasiva e vai tudo para a água.
Quando voltam, a protestar pela frieza da água, juntam-se à volta da geleira donde emergem umas "sandes" para todos, colas para os miúdos, sumo para a mãe e uma mini para o Tuga.
Durante o lanche surge uma discussão sobre a que horas sairiam da praia a que o Tuga, sempre em alta voz, pôs termo dizendo que sairão à hora que ele disser. Esta cena foi-se desenrolando acompanhada de vários telefonemas do Tuga por causa de um problema com a bomba de água do carro de que boa parte da praia ficou ao corrente.
Aquietado o estômago, o Tuga e a família deitam-se nas toalhas e ele volta ao Record e a mais um cigarro, cuja beata irá fazer companhia às anteriores no areal da praia.
Mais não pude perceber porque a minha praia acaba cedo. É sempre um prazer encontrar o Tuga.
do blogue "Atenta Inquietude" - 30 de Julho de 2010
Fujo destes cenários que continuam inalteráveis
Hoje na praia encontrei o Tuga, ou melhor, um exemplar do Tuga, uma espécie característica do nosso habitat. No encontro de hoje na praia tratava-se de um adulto, acompanhado da mulher e dos filhos, ainda crianças pequenas.
O Tuga, braços tatuados e cabelo curtinho, chega ao areal equipado com uma camisola de alças vermelha, com o emblema do glorioso e com uns calções amarelos e verdes compridos, quase a tocar nas havaianas brancas. Carrega o chapéu de sol, uma geleira e ainda consegue rebocar um dos filhos. Traz um boné de pala e em cima desta poisam uns óculos escuros.
A tribo do Tuga poisou logo bem encostadinha às pessoas que já estão na praia, o Tuga não gosta de estar sozinho. Espetado o chapéu de sol, os miúdos são besuntados com creme protector pela mãe Tuga, enquanto o pai arruma a geleira debaixo do chapéu e em voz bem alta avisa-os para se portarem bem senão volta tudo para casa.
Em seguida pega numa bola e com um pontapé atira-a para longe dizendo aos miúdos para irem jogar e terem cuidado com as pessoas. A bola atirada pelo Tuga tinha, entretanto, acertado num velhote que passeava no sítio errado.
Com o olho nos putos o Tuga senta-se a ler o Record e puxa de um cigarro cuja cinza vai sendo depositada na areia.
Passado pouco tempo os putos aparecem, um deles a chorar porque o outro lhe tinha batido. Aí o Tuga, senta o mal comportado na toalha, acende mais um cigarro, põe os óculos na cabeça, como sabem os Tugas não usam os óculos nos olhos, é na testa ou na cabeça, e vai ele jogar com o irmão.
Dois minutos depois volta e diz para a família ir ao banho. Ouvem-se uns protestos da mãe Tuga, mas a voz alta do pai Tuga é persuasiva e vai tudo para a água.
Quando voltam, a protestar pela frieza da água, juntam-se à volta da geleira donde emergem umas "sandes" para todos, colas para os miúdos, sumo para a mãe e uma mini para o Tuga.
Durante o lanche surge uma discussão sobre a que horas sairiam da praia a que o Tuga, sempre em alta voz, pôs termo dizendo que sairão à hora que ele disser. Esta cena foi-se desenrolando acompanhada de vários telefonemas do Tuga por causa de um problema com a bomba de água do carro de que boa parte da praia ficou ao corrente.
Aquietado o estômago, o Tuga e a família deitam-se nas toalhas e ele volta ao Record e a mais um cigarro, cuja beata irá fazer companhia às anteriores no areal da praia.
Mais não pude perceber porque a minha praia acaba cedo. É sempre um prazer encontrar o Tuga.
do blogue "Atenta Inquietude" - 30 de Julho de 2010
Fujo destes cenários que continuam inalteráveis
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