sábado, 27 de dezembro de 2014
Roberto Carlos - Esse cara sou eu
A filha e o genro vão correr a "S.Silvestre de Lisboa", eu irei a correr para casa deles para ficar com as netas que não podem participar por estarem bem constipadas. Fruto da época e nada de importante!
Agora deixo nas mãos dos quatro a decisão sobre onde elas querem ficar, se aqui ou lá, por ser lá o seu mundo...como é óbvio, querem lá e até o Lucky agradece:)
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
John Lennon...
43 anos depois mal tu sabias que esta música destinada ao fim de uma guerra, hoje seja tão, mas tão actual, pertinente e importante!!!!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
SONHOS E SONHOS QUATRO QUILOS DE SONHOS!
que fiz, dei a todos os vizinhos e estes irão para o meu pessoal, queriam não queriam? Sirvam-se por são de abóbora!


As minhas prendas de Natal para os meus netos: um gorro feito por mim, que tal?


Um Feliz Natal para todos e uma consoada quentinha e esqueçam por umas horas o que nos apoquenta diariamente


As minhas prendas de Natal para os meus netos: um gorro feito por mim, que tal?


Um Feliz Natal para todos e uma consoada quentinha e esqueçam por umas horas o que nos apoquenta diariamente
sábado, 20 de dezembro de 2014
Netos - Durante anos fiz o mesmo com as filhas!

Por permissão dos pais desde o passado dia 16 atá dia 23 à noite a "tenda que fizeram" ficará montada. Dormem no chão aconchegadas ao seu mundo alegre, risonho, barulhento e engrandecedor.
Avóoooooooo onde estás? Aqui na varanda a estender a roupa, porquê? Não espreites sfv porque neste momento estamos a fazer a tua prenda. Ok chefe:)
Meninas preciso de mais 6 molas! Ó avóoooooooo não, assim a tenda caí. Pronto está bem.
A seguir ao almoço voltaram para a tenda. A mais velha cantava e a mais nova acompanhava à viola. Da viola passa para a bateria feita por ela onde até um tacho velho entra na geringonça.O certo é que dá lá uns acordes certinhos.
Avisei-as que ia lavar o chão, mas que no quarto delas não entraria e desejo que no dia 23 não sobre nada para mim, pois está tudo desarrumado e ao jeito delas!É de fugir!
Tirei esta foto sem saberem...e o que estariam a fazer de joelhos? Continuei a limpar sem perguntar nada!
Passado uma hora e porque estava "muito calor" apenas 6 graus...foram brincar para o quintal, descalças, de calções e t-shirt!!!
A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.
Albert Einstein
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
E como é Natal, eis um trabalho magnífico:):)
Vê a tua casa, com neve a cair.
Clica no link, escreve o número da porta, o nome da rua, a cidade e o país, por esta ordem. Vai aparecer a tua casa.
http://www.pusher.com.au/clients/pusher-christmas-2011
(recebido por email)
Clica no link, escreve o número da porta, o nome da rua, a cidade e o país, por esta ordem. Vai aparecer a tua casa.
http://www.pusher.com.au/clients/pusher-christmas-2011
(recebido por email)
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Revi-me nestas fotos e acho que mereciam um prémio fotográfico!
FUGA DO MEDO E HORROR

TRAVADA POR UM PORTO SEGURO

UM PEDIDO:
Já fiz de tudo para encontrar o link e são do "sequestro na Austrália" onde tinha o autor, mas não consegui, agradeço a quem conseguir que me diga, para eu "salvaguardar os direitos de autor"!
pelas dicas que me deram, o que desde já agradeço as fotos serão de:
Rob Griffith e ou Reuters/Janson Reed

TRAVADA POR UM PORTO SEGURO
UM PEDIDO:
Já fiz de tudo para encontrar o link e são do "sequestro na Austrália" onde tinha o autor, mas não consegui, agradeço a quem conseguir que me diga, para eu "salvaguardar os direitos de autor"!
pelas dicas que me deram, o que desde já agradeço as fotos serão de:
Rob Griffith e ou Reuters/Janson Reed
PARABÉNS FLAVIA E ODELE
Hoje é dia de cantar os parabéns a ambas.
Olhando para a centopeia que tenho no frigorífico, relembro esta tua história e o gesto que a mesma contem quando a recebi. Olhar para ela é sentir-vos mais perto de mim, embora saiba que exista um oceano que nos separa. Separa? Nada disso!
Tirei esta foto para que a minha centopeia vos leve o meu abraço de sempre e para sempre

A historinha de uma centopéia
Quando Flavia estava com sete anos, um dia chegou da escola dizendo que havia lido uma história e que precisava me contar. A história dizia que quando uma pessoa vem à nossa casa pela primeira vez, deve sair com um presentinho, um mimo, uma lembrança. Não precisaria ser algo caro, Flavia me dizia, bastaria que representasse a alegria de termos recebido a pessoa em nossa casa.
E nos dias seguintes, Flavia me relembrava a história e pediu que escolhêssemos algo para darmos às pessoas que fossem nos visitar pela primeira vez. Insistente como toda criança, Flavia me dizia com sua graciosa voz de sino: “Mamy, vamos comprar logo as lembrancinha para nossas visitas.” E num domingo eu e Flavia fomos à Feira de Artesanato de Moema, que ficava a dois quarteirões de nossa casa e ela escolheu a centopéia da foto que ilustra este post. É um imã de geladeira feito de biscuit.
E assim foi. Compramos algumas centopéias, e já deixávamos embaladinhas num saquinho de celofane. Quando a visita saía, Flavia, toda alegre, fazia questão de lhe entregar a lembrancinha. Mantive este costume de minha filha e mesmo após o acidente que lhe deixou em coma, continuo comprando as centopéias de Flavia na mesma artesã, a simpática Sandra, que aos domingos expõe seus trabalhos na Feira de Artesanato de Moema. Por vezes, a minha reserva de centopéias acaba e pode acontecer de alguma pessoa vir nos visitar pela primeira vez e eu não estar com a “lembrancinha de Flavia”, mas tento evitar deixar acabar o “estoque”.
Hoje, estiveram aqui em casa, Paola, Bruna, Flávia e Mariana, formandas de jornalismos da Faculdade Casper Líbero, que estão fazendo trabalho de conclusão do curso, o TCC, com o título “Debaixo de Seus Olhos” sobre pessoas em coma. Eu e Flavia estamos participando do trabalho de conclusão do curso das meninas, todas muito graciosas e com idade regulando com a de Flavia, 20, 22 anos. E elas saíram daqui com a centopéia de Flavia para enfeitar as geladeiras de suas casas.
E ainda hoje quando alguém vem à nossa casa pela primeira vez, ao lhe entregar este presentinho tão simples, faço-o em nome de Flavia e conto a historinha que um dia encantou minha menina. Tomara que para aonde quer que este enigmático estado de coma a tenho levado, que Flavia continue em seu mundo encantado.

Terminas com uma frase de uma mãe com M grande que cuida da sua filha mergulhada "num enigmático estado de coma" e nesta janela que abriste ao mundo deste "voz a Flavia" sempre com o que de melhor tens, aprendeste muito, sofreste e sofres p'ra caramba, eu sei minha doce amiga...mas os verdadeiros amigos não largam as mãos e continuam a vir aqui dar-te força e sobretudo agradecer o teu exemplo em tudo.
Aguardamos por essa Lei Federal pela qual te debates para protecção de outras crianças que desfrutam de piscinas.
Olhando para a centopeia que tenho no frigorífico, relembro esta tua história e o gesto que a mesma contem quando a recebi. Olhar para ela é sentir-vos mais perto de mim, embora saiba que exista um oceano que nos separa. Separa? Nada disso!
Tirei esta foto para que a minha centopeia vos leve o meu abraço de sempre e para sempre

A historinha de uma centopéia
Quando Flavia estava com sete anos, um dia chegou da escola dizendo que havia lido uma história e que precisava me contar. A história dizia que quando uma pessoa vem à nossa casa pela primeira vez, deve sair com um presentinho, um mimo, uma lembrança. Não precisaria ser algo caro, Flavia me dizia, bastaria que representasse a alegria de termos recebido a pessoa em nossa casa.
E nos dias seguintes, Flavia me relembrava a história e pediu que escolhêssemos algo para darmos às pessoas que fossem nos visitar pela primeira vez. Insistente como toda criança, Flavia me dizia com sua graciosa voz de sino: “Mamy, vamos comprar logo as lembrancinha para nossas visitas.” E num domingo eu e Flavia fomos à Feira de Artesanato de Moema, que ficava a dois quarteirões de nossa casa e ela escolheu a centopéia da foto que ilustra este post. É um imã de geladeira feito de biscuit.
E assim foi. Compramos algumas centopéias, e já deixávamos embaladinhas num saquinho de celofane. Quando a visita saía, Flavia, toda alegre, fazia questão de lhe entregar a lembrancinha. Mantive este costume de minha filha e mesmo após o acidente que lhe deixou em coma, continuo comprando as centopéias de Flavia na mesma artesã, a simpática Sandra, que aos domingos expõe seus trabalhos na Feira de Artesanato de Moema. Por vezes, a minha reserva de centopéias acaba e pode acontecer de alguma pessoa vir nos visitar pela primeira vez e eu não estar com a “lembrancinha de Flavia”, mas tento evitar deixar acabar o “estoque”.
Hoje, estiveram aqui em casa, Paola, Bruna, Flávia e Mariana, formandas de jornalismos da Faculdade Casper Líbero, que estão fazendo trabalho de conclusão do curso, o TCC, com o título “Debaixo de Seus Olhos” sobre pessoas em coma. Eu e Flavia estamos participando do trabalho de conclusão do curso das meninas, todas muito graciosas e com idade regulando com a de Flavia, 20, 22 anos. E elas saíram daqui com a centopéia de Flavia para enfeitar as geladeiras de suas casas.
E ainda hoje quando alguém vem à nossa casa pela primeira vez, ao lhe entregar este presentinho tão simples, faço-o em nome de Flavia e conto a historinha que um dia encantou minha menina. Tomara que para aonde quer que este enigmático estado de coma a tenho levado, que Flavia continue em seu mundo encantado.

Terminas com uma frase de uma mãe com M grande que cuida da sua filha mergulhada "num enigmático estado de coma" e nesta janela que abriste ao mundo deste "voz a Flavia" sempre com o que de melhor tens, aprendeste muito, sofreste e sofres p'ra caramba, eu sei minha doce amiga...mas os verdadeiros amigos não largam as mãos e continuam a vir aqui dar-te força e sobretudo agradecer o teu exemplo em tudo.
Aguardamos por essa Lei Federal pela qual te debates para protecção de outras crianças que desfrutam de piscinas.
Subscrever:
Mensagens (Atom)