Fui desafiada pela dona do blogue
Amanhecer Tardiamente para responder às perguntas (que pus agora como título deste post)!
Sou lá mulher para fugir a desafios e claro que aceitei. Mas antes de pôr o "meu amontoado de palavras", deparo-me (e bem ao estilo da autora), com uma ficha técnica bem "supinpa", para não falar do intróito que fez a cada participante:
A minha colaboração:
«Encontro neste desafio a ténue fronteira entre sonhadora e saudosista! Estados de alma que se encontram, que se misturam, que se afastam que galgam e contornam,tal como um rio na sua difícil caminhada até à foz. A vida é isso mesmo, um rio! Não abro mão dos meus poucos sonhos onde retenho “a forma de ter vivido o que não se viveu”, mas não sofro nem sinto falta! Sou muito pouco saudosista. Desde bem cedo fui aprendendo a lidar positivamente com a “perca material e com a morte”, porque carregando tal saco negativo “do que se esfumou no tempo” é queimar energias e nada saudável. Pura perca de tempo! Guardo apenas e tão só vivências, emoções, afectos com e ou de quem já partiu, com segundos de saudade de os abraçar, mas sem qualquer remorso de que poderia ter feito mais e que não fiz. Entrelaçando-me nas duas hipóteses, resumo que para mim nunca foi, nem é “difícil sentir falta do ou de...”, talvez por ser optimista e pensar positivo sempre, mesmo quando tudo desaba em cima!»
Obrigado Maria por este CONVITE e já agora deixo-te aqui o meu Desafio (e talvez seja também a vontade de todos os que participaram, não sei):
Gostaria muito de saber o que e ou como responderias às mesmas perguntas!
ACEITAS?