domingo, 2 de dezembro de 2018

sábado, 1 de dezembro de 2018

Casal de cegos e filho menor ‘vivem’ em parque de campismo de Lisboa após despejo

“É tudo à volta de 600, 650, 700, 750 euros. Fora de Lisboa também tenho procurado, o problema é que os preços são todos iguais”, conta Manuela Silva à Lusa, à porta do ‘bungalow’ onde foi provisoriamente instalada com o marido e o filho pela Proteção Civil de Lisboa desde que em outubro foi despejada da casa que vivia, em subaluguer, há cerca de 18 anos.

Manuela, 43 anos, conta que tem procurado alternativas que possa pagar em concelhos como a Amadora, Almada, Barreiro ou Sintra, mas sem sucesso, prolongando a estadia no parque de campismo, no pagamento da qual tem colaborado a Junta de Freguesia da Ajuda e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

“Aparece uma pessoa com um ordenado maior do que o nosso, vão logo dar [a casa] a essa pessoa, temos de ser realistas”, lamenta.

Funcionária do Centro de Saúde da Graça, Manuela e o companheiro, que se encontra desempregado, têm um rendimento conjunto de cerca de mil euros, o que os coloca fora da elegibilidade para uma habitação municipal.

“Disseram que, com os rendimentos que tenho, não dá para a candidatura da habitação social, que é só para quem tem os rendimentos mínimos”, contou."(...)

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A especulação imobiliária é por demais graças a políticos que vivem da política, melhor, do que lhes pagamos, fazendo leis absurdas e a prova está à vista de todos. Sim é verdade que quem tem um imóvel pode fazer o que quiser, mas ver o que eu vejo casas/prédios com 40/50 anos com remendos para "tuga ver" pedem rendas acima de 600€, 3 meses de renda e fiador com rendimentos acima de 1.500€. Basta fazer uma pesquisa e o retrato é de facto preocupante. Sim no interior podem encontrar casa com renda acessível, mas trabalhando em Lisboa o custo dos transportes é incomportável e isto quando estes funcionam. Poderia falar do que tem acontecido por aqui, mas não me apetece porque passar de 300 para 600€ é ganância e sobretudo de senhorios com resmas de casas que me leva a pensar...quem mais tem quer ainda mais.

Mas mais preocupante é o caso aqui relatado, bem como despejos de pessoas com oitenta e mais anos e pior...com contratos que ainda não tinham prescrito nem com rendas em atraso.

Dão subsídios a quem não devem dar, malta jovem que se esfrega nas esplanadas dos cafés, em detrimento de quem realmente precisa, já para não falar da corrupção e da tremenda hipocrisia que existe em muitas associações e outros "ões!

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Continente alerta para mensagem fraudulenta

O Continente alertou hoje os consumidores para uma mensagem fraudulenta que anda a circular em nome da marca do grupo Sonae, com o objetivo de recolher dados pessoais dos cidadãos.

Em comunicado, a empresa do grupo Sonae salientou que a mensagem de texto, que diz a quem a recebe que está entre os 15 vencedores de um sorteio, “é fraudulenta, porque, além de utilizar indevida e ilegalmente o nome da marca Continente, procura recolher dados pessoais de cidadãos com a promessa de um prémio inexistente – esta prática maliciosa chama-se phishing”.

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