segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A tristeza do Lucky quando me vim embora!


17 comentários:

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    1. Se não ocorrer nada, o desejo seriamente, só irei na quinta feira:):):)

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  2. E ela não pode vir? Que tristinha, que ar mais perdido!
    Os cães "irritam" por causa desses olhos que falam! E são tão autênticos, tão transparentes, tão genuinamente amigos.

    Beijinho.

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    1. Ele vir comigo? Sou totalmente contra ter cães de grande porte em apartamentos. Ele é mesmo tudo que descreves, mas os donos já estão com ele ou vice-versa:):)

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    1. Adora andar na chuva e esfregar-se na terra que só visto porque contado ninguém acredita:) Claro que os donos dão-lhe banho e é uma tourada porque adora água, charcos, ribeiros etc, etc.:)

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    1. É de facto e custa-me imenso mas por vezes tem mesmo de ficar sozinho com a sua amiga gata:):):)

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  5. Esse cãozinho é mesmo uma ternura:))))))
    Beijocas

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    1. Bota ternura nisso, bolas que não me larga nem por nada. Mas ele tem a percepção quando saio e volt, ele vai para o seu cadeirão, quando não volto fica conforme a foto até me perder de vista:):):)

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  6. Os bichos também sentem! Por falar nisso, em breve já vou poder abraçar os meus gatos. :)

    Beijinhos.

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    1. Ó se sentem e só lhes falta falar. Imagino as tuas saudades e os bichanos vão ficar muito alegres. Quantos tens?

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    2. Neste momento só temos dois em casa. Um fugiu e desapareceu há um ano. Já deve ter morrido.
      Segundo o meu irmão, um vizinho andou a envenenar os gatos vadios. P*ta que o pariu.

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  7. Que espectáculo. Cães negros são absolutamente lindos. Sou suspeita, adoro cães. O meu cão de água também era negro e muito chiiiique, usava uma gravata branca até para dormir (ahahah). Traduzindo, nasceu com um mancha branca no peito que sobressaía no pêlo negro. Tinha uns olhos amendoados que ficavam em modo doce sempre que queria pedinchar algo. Comida, doces... :D

    Adorei o Lucky, apetece entrar pelo écran adentro para o mimar. Viva o Lucky :)

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    1. Eu fui criada com cães e gatos e lembro-me tão bem deles como se fosse hoje. Apareciam ou eram deixados ainda cachorrinhos e os meus pais não tinham coragem de os porem de lá para fora, porque todos os dias a "carroça dos cães fazia a ronda" e levava os que vagueavam e ou eram abandonados evitando assim o surto de raiva e sarna.
      Todos os nossos, eram vacinados e tinham coleira com uma chapa de identificação que era obrigatória e caso fugissem seriam devolvidos, o que nunca aconteceu.

      Este Lucky é um mimado e está sempre à espera de algo e nunca posso andar de mãos nos bolsos porque ele julga que é algo que lhe vou dar...só visto!

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