sábado, 27 de junho de 2015

Mais uma semana de SOS-Avó

As férias das netas é o descanso dos pais, porque sou uma avó disponível e com o acréscimo de ser ao domicilio.

Já venci duas semanas e vou ocupando-as como querem e eu possa. Entre os habituais afazeres da casa onde elas também já ajudam, na semana passada passeamos a pé, jogaram à bola, correram, fizeram algumas coisas com materiais recicláveis e sempre, mas sempre na onda: avóóóó é assim? está bem assim? Gostas?...ufa, ufa. Por vezes pegam-se à bulha e aí saio de cena. Avó isto e mais aquilo! Entendam-se e quando isso acontecer então eu voltarei, certo? A coisa vai funcionando.
Ir à praia está fora de questão, talvez lá para Julho, porque as manhãs têm estado muito frias e bastante nubladas com ventinho à mistura. À tarde imenso calor e naturalmente cheia como é costume.
Por volta das 15h começa o jogo. A semana passada foi "Os descobrimentos de Katan" esta semana "o Monopólio" que ainda era da minha filha. A mais velha nunca quer perder nem a feijões e fica enfurecida. Leva logo com...habitua-te a perder, aos nãos, a isto e mais aquilo e muda logo de postura.
Televisão é quase zero, bem como jogos de computador, poupam em energia e rentabilizam mais os neurónios:)

A horta que fizeram e todos os dias é bem vigiada e regada por elas



O jogo que iniciámos às 15h e só terminou às 18,30h quando a mãe chegou. Claro que fizemos várias pausas se não eu dava em maluca, se é que já não o sou:)



(fotos minhas)

10 comentários:

  1. Assim é que é brincar com as netas. Eu brinco com os meus :)

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    1. Tem de ser e fazes muito bem:)

      Beijocas e obrigado

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  2. Gargalhadas, eu já adolescente bem grande adorava jogar ao monopólio:)
    Beijocas

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    1. Eu jogava muito com as minhas filhas e já não me lembrava bem das regras, mas foi fácil. Acho que é um jogo entre vários que atravessaram e atravessam várias gerações:):):)

      Beijocas e obrigado

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  3. Ora aí está uma forma muito saudável - e na minha opinião a melhor - de educar crianças. Mexer na terra e jogar sem ser no computador, ou mesmo que seja no computador que a coisa seja bem doseada.

    Lego e monopólio eram (e ainda são, confesso sem vergonha alguma) os meus jogos preferidos. Cá panelinhas, barbies e afins. Da mesma forma como me ofereciam, da mesma forma que ficavam automaticamente de lado :)))

    Netas com sorte, as suas.

    Tenha um bom domingo, Fatyly.

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    1. Sempre fiz e os jogos vão mudando à medida que crescem. A neta mais nova com 3/4 anos adorava penelinhas e afins mas só gostava de um boneco que deram à irmã e que essa, a mais velha é tal qual a avó: maria rapaz qb:):):)

      Vêm um pouco de televisão a seguir ao almoço e nestas duas semanas zero de jogos no computador.

      Ontem fui com eles ver os netos da banda de lá e minha nossa como crescem. Fiquei por momentos sozinha com os quatro e nem te digo nada, acho que não aguentaria estar semanas com idades tão diferentes. A mais pequenita (3 anos) é muito de brincar com bonecas mas pequeninas e tapa e veste e despe e ralha e canta e avó ajuda, agora deita:))))...e não se meteu com os outros 3 que pareciam índios à solta:):):):):) minha nossa senhora e suavam em bica:):):):)

      Enfim!

      Bom domingo

      Beijocas e obrigado

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  4. O que vale é que há sempre uma santa avó! :)

    O meu tio tem um filho pequeno que completa um ano de idade no próximo mês e só o viu algumas vezes porque encarregou a sogra de tomar conta dele na China. Mesmo quando está de folga ele evita lá ir porque todos nós sabemos que o raio do puto é chato e irritante todos os dias. Bom, eu sou suspeito, pois eu não gosto de crianças, mas o próprio pai não ter interesse nenhum de estar com o filho quando está de folga... penso que está tudo explicado! Precisa de descansar, e bem, nas folgas, porque precisa de trabalhar para sustentar a família, pois claro! Só pode ser isso!

    O pior é que lá para Dezembro nasce o segundo (o terceiro do meu tio, pois é divorciado e deixou o mais novo em Portugal com a sua ex-mulher). Adivinha-se mais chatices e despesas. Mas olha, paciência, a vida é mesmo assim. Divirtiram-se e trabalharam para fazer bebés. Agora é assumir as responsabilidades.

    Uma excelente semana!

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    1. De santa é que não tenho nada:)))))

      Para ter filhos e entregar a familiares para os criar, preferia não tê-los. O caso que referes que no mínimo é recheado de um egoísmo atroz porque já vem o segundo a caminho, para além do primeiro que ficou em Portugal. Vidas boas como plantador de crianças tal cogumelos e nada faz para os evitar. Comigo era farinha amparo e tomo conta das minhas porque quero mas apenas nas horas laborais dos pais e após que assumam as responsabilidades como tal.
      Há muito que te leio e sempre disseste que não gostas de crianças, melhor dizendo das birras dos bebés e das crianças pequenotas, mas um dia o caso pode mudar de figura. És sincero e quando assim é o melhor é mesmo não os ter e perante isso respeito a vontade de cada um.

      Beijocas e obrigado

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  5. Ah, uma horta da crise...ou da diversão, talvez. Muito bem! Espero que resulte melhor do que a minha, que só dá morangos!

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    1. Estive para lhe chamar a horta da crise mas lembrei-me que tu és o autor desse nome e fico pela diversão. Tudo foi feito por elas e tu nem imaginas...o alho francês está enorme e com folhas novas...cresce,cresce e agora não sei bem até quando. Tenho de consultar a internet. Todos os dias andam de volta dela. Tudo já começou a rebentar e lá vão aprendendo a retirar as ervas daninhas e nem imaginas como se distraem de volta dessa diversão.

      Beijocas e obrigado

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