quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Instituto Português do Sangue faz apelo urgente à dádiva




Quebra de afluência às sessões de colheita de 13% em janeiro por causa da gripe

20 de fevereiro de 2014 - 16h10

O Instituto Português do Sangue fez hoje um apelo "urgente" à população para que dê sangue, porque tem as reservas baixas, sobretudo dos grupos zero e A negativo, devido à quebra de afluência às colheitas em janeiro e fevereiro.

Segundo o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), no mês de janeiro houve uma quebra de afluência às sessões de colheita de 13%, comparativamente com o mesmo mês do ano anterior, o que corresponde a menos 1.598 colheitas.

Esta tendência tem-se mantido no mês de fevereiro, agravada pela sazonalidade associada ao surto de gripe.

Por esse motivo, as reservas de sangue, em particular do grupo zero (positivo e negativo) e do grupo A negativo, estão em níveis que o IPST considera serem suficientes para dar origem a um pedido à população de dadores e de novos dadores para que façam dádivas nos próximos dias.

"A reserva total nacional está ainda a níveis seguros, mas a do IPST está baixa nos grupos referidos e por isso este pedido urgente à população", reforça o IPST, em comunicado.

O instituto pede ainda aos dadores regulares com dádivas programadas para as próximas semanas que aguardem por esse período, a fim de poder ser gerida a manutenção das futuras reservas.

Lusa

Já o fiz durante 38 anos. Não fui em Novembro do ano passado porque estava com um ataque de rinite alérgica o que impede de dar. Aguardo pela "nova chamada"!


14 comentários:

  1. Vá-se lá saber porquê... Nunca tive condições físicas para ser dadora, mas as minhas filhas e o marido avançaram nesse sentido. Infelizmente apenas a mais nova tem saúde para continuar (apesar das aleivosias da «classe governativa»)

    Beijinho

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu continuarei a dar até aos 65 anos se lá chegar, mas conheço bem o meio e o IPS deveria ir ao encontro do povo e não o povo deslocar-se a dois ou três pontos como ocorre em Lisboa. Os teus já deram a sua participação o que foi bom e lamento...mas a vida por vezes troca-nos as voltas e há que continuar a lutar.

      Beijocas
      Consegui que muitos dessem e que continuam a dar.

      Eliminar
  2. Ainda não disse, mas digo agora: que lindo felino puseste ali em cima! Adoro!!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obrigado e também gosto muito dos felinos...não eu da terra deles:)

      Eliminar
  3. Respostas
    1. Tu és dos raros e bons...podes dar a todos mas só recebes do mesmo grupo. Respeito, por nunca teres dado o que jamais questiono a quem que seja!

      Beijocas

      Eliminar
  4. Assustador. As reservas baixas. Eu que já precisei de duas transfusões de sangue quando fui internada de urgência na MAC. Se estou viva devo-o ao facto de muita gente ter dado sangue. Bem hajam, só por isso.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É de facto assustador, mas culpo muito a direcção do IPS e sobretudo o SNS, porque há muitos dadores como eu que já estão reformados, outros desempregados e irem a Lisboa para darem sangue quando sabemos como estão os preços dos bilhetes do comboio?
      Organizem "postos de colheita" mais acessíveis como bombeiros ou centros de saúde locais e verão que a "boa vontade permanece em quem sempre pôde dar e que quer continuar a dar"...mas mal têm dinheiro para comer. Nisso não pensam eles.
      Já escrevi imensas vezes a por-lhes essa questão....resposta zero, mas insisto e se me chatear também não irei porque o "guito está muito curto"!

      Beijocas

      Eliminar
  5. A minha mulher é dadora.
    Eu sou um cobardolas.
    Se vou dar sangue, vou dar trabalho e fazer comédia.
    É melhor estar quieto.
    Beijinhos e votos de bfds!

    ResponderEliminar
  6. Não és nada, porque conseguem que estejas calmo e enfrentes tudo com naturalidade. Tive um colega que quando foi comigo quase que desmaiou, mas consegui, conseguimos acalma-lo e hoje ainda é dador. Acho que devemos enfrentar e nada como tentar para enfrentar esses "medos". O que sempre me custou muito foi aquela picadela no dedo para medir a velocidade de sedimentação. Possas aquele "pikkkkk" com uma lanceta incomodova-me imenso...mas há muito que deixaram aquele pequenino instrumento e a picadela de hoje nem se sente.
    Força campeão e enfrenta e serás mais um a dar:):):):):)

    Beijos e bom fim de semana

    ResponderEliminar
  7. Gestos simples que valem muito!
    Tenho um amigo que é assim como o Pedro Coimbra...
    Mas faz a parte dele colaborando com a organização e divulgação das campanhas.
    Encontrou a sua forma de colaborar (e que valiosa ela é!)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Concordo em absoluto, são gestos que podem fazer toda a diferença!

      Beijos

      Eliminar
  8. Respostas
    1. Sendo quem és...sei que de facto lamentas, mas faz parte da vida.

      Beijos

      Eliminar