quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Adorados por uns, odiados por outros, os emojis têm feito surgir alguns receios, principalmente em relação aos mais novos. Mas será que são justificados?

Quando a Apple lançou em setembro uma nova versão do sistema operativo iOS (que já vai na décima versão), passou a permitir que as palavras fossem transformadas automaticamente em emojis. Isto porque o novo teclado do iOS 10 identifica as palavras que podem ser substituídas, sugerindo os respetivos emojis. Assim, carro transforma-se em e árvore em evergreen-tree. Para os introduzir, é só clicar. Usar emojis nunca foi tão fácil.
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A verdade é que o uso cada vez maior dos emojis — que gradualmente têm vindo a substituir a linguagem da internet e expressões como lol ou wtv (acrónimo de “whatever”), tem levantado algumas questões relacionadas com o futuro da linguagem. Há até quem defenda que poderão tornar-se numa nova língua, substituindo a palavra escrita, como parece acreditar Federighi. Mas será mesmo assim? Poderão as crianças vir a esquecer as palavras?
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Para os que estudam a linguagem humana — e mais especificamente a linguagem da internet — a resposta é óbvia: não pouting-face. Os emojis não são nem nunca poderão vir a ser uma nova forma de comunicação. E mais: ao contrário do que muitas vezes se pensa, não são os mais novos os que mais usam bonecos para comunicar com os amigos.

Todos gostam de emojis (mas as mulheres gostam mais)

Ler mais: in OBSERVADOR

Gostei muito do artigo que de alguma forma desmistifica "o mundo das crianças" tão complicado pelo mundo dos adultos. Apre...compete aos pais, educadores etc e tal tudo fazerem para que tenham uma BOA educação.

Uma coisa que gostaria de ver implementada, o que já ocorre em algumas escolas, é a aprendizagem da "língua gestual" e até eu me sentaria numa carteira para aprender. Como não posso, vou aprendendo com uma das netas e tudo porque têm dois colegas surdo-mudos. É preciso dizer mais alguma coisa? Não!

BOM FIM DE SEMANA

12 comentários:

  1. Agradeço o teu convite para ler a carneirada do 'Observador' - jornal on line, não confundir com um blogue - mas não vou nisso. Aquilo dói-me até à quinta casa.

    As crianças, essas, merecem-me todo o respeito. Por isso, encontrarei outras fontes que me ensinem o pouco que sei sobre elas (crianças).

    PS: a linguagem gestual é uma coisa importantíssima.

    Bom feriado, beijocas.

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    1. Aceito a tua aversão ao jornal, mas por vezes surgem artigos que me suscitam interesse e não é por aí que iria pensar que não respeitas as crianças...e logo tu meu amigo:) também leio outras fontes:)

      As crianças não complicam nada a vida. Os adultos sim. Ver brincar um grupo onde se falam várias línguas é o que me preenche a alma.

      Sim para mim a gestual deveria fazer parte do ensino e logo no básico e ou pré:)

      Beijocas e obrigado

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    1. Tal e qual amiga, sim e mais sim:)

      Beijocas e obrigado

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  3. Isso dos emojis é uma moda. Mais dia menos dia aparece outra coisa qualquer e já ninguém se lembra disso.

    Também gostava de aprender linguagem gestual. Constitui mais uma forma de comunicar e em certas ocasiões - mesmo deixando de lado as óbvias e mais importantes - daria imenso jeito...

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    1. Concordo plenamente amigo com o passar do tempo acontece o que referes.

      A linguagem gestual seria sempre uma mais valia e o que dizes provocou em mim um gostoso sorriso:)

      Beijocas e obrigado

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  4. Não sou grande utilizador de emojis.
    Nem sei porquê, mas não sou.
    Beijocas, bfds

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    1. Eu também não sou amigo mas gostei do que foi referido no artigo, a tal complicação dos adultos perante o mundo das crianças e jovens, como se não houvesse amanhã:)

      Beijocas e obrigado

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  5. Que grande exagero que vai no artigo, os emojis não substituem de forma alguma a palavra escrita, são apenas um complemento neste mundo que é o virtual. Qualquer adulto o sabe, ou deveria saber, e ser adulto é saber dosear a coisa.

    Já o mundo das crianças, dos adolescentes, nos dias que correm é muito mais acelerado, está basicamente ligado às novas tecnologias, o futuro todo ele passa pelas novas tecnologias, é bom que os miúdos saibam como funciona, quer para que consigam singrar, quer para que saibam como devem precaver-se. Aí entra a educação na escola e a educação em casa, cada qual com o seu papel no sentido de que exista um equilíbrio, ou seja, não deixar nunca morrer a palavra escrita, mas não ser, em tempo algum, seres anti-novas tecnologias.

    A linguagem gestual e a sua aprendizagem faz parte da tal evolução que tanto se quer. Que tanto se precisa. No futuro será, não tenho qualquer dúvida, algo natural, algo que as crianças aprenderão logo nos primeiros anos de escola. Gostaria eu, se me fosse permitido, voltar cá daqui a 100 anos e ver como foi a evolução deste mundo onde um dia tive o privilégio de morar. Isso é que era :)

    Bom sábado, Fatyly.

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    1. Sim, claro que sim que há uma dose de "exagero" o que me levou a ler na sua totalidade e sobretudo pensar. É que são tantas as referências/avisos/artigos/recomendações como se não houvesse amanhã para se proteger as crianças e jovens, quando todos sabemos, pais e educadores, que em tudo na vida há que saber dosear para que não saiam dos carretos e que ganhem asas saudáveis para voar. Conversar muito, saber o como foi o dia, no tal tempo que todos os pais educadores deverão "perder" com os filhos. Pior é ser pai e mãe como eu fui e numa vida bem difícil e de muito trabalho tinha tempo para lhes dar toda a atenção e conversar.

      Pior do do que é referido nos muitos artigos que leio, é que nessa onda existe três factores em que se peca muito: é educarem/criarem um filho sem saberem ouvir um NÃO, uma lambada bem assente, saberem ir a pé para a escola, etc, etc.

      Este foi um dos artigos que falei com as netas e aprendi muito com os seus argumentos, válidos, muito válidos:)

      Infelizmente e falando com um médico meu amigo, vamos ter uma geração com muitos, mas muitos surdos daí eu falar da Língua Gestual. Tudo devido aos phones, aos concertos, às discotecas, festarolas onde os decibéis da música estão muito acima do suporte dos tímpanos.

      Beijocas e obrigado

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  6. Como não sei o que é isso (sim, sou um ignorante em certas matérias), passo. :)

    Um beijinho, Fatyly :)

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