quarta-feira, 13 de junho de 2018

PENSAMENTOS





(do GOOGLE)

16 comentários:

  1. A resposta à segunda questão está no primeiro pensamento!
    :)

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    1. Tal e qual é isso mesmo:)))

      Beijocas e obrigado

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    1. Já assinaste com a tua presença:))

      Beijocas e obrigado

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  3. Olha, olha! Não é que estou 200% - exagerada, eu? Nada disso!:) - de acordo?

    O pior é quando os ângulos estão tortos... Haja força, querer, e tudo se resolve!

    Beijinho

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    1. E por vezes tortos demais, mas tudo passa na vida porque até nós estamos de passagem:))

      Beijocas e obrigado

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  4. Certo dia, um daqueles dias já-lá-idos da minha jovem-tude, aprendi de forma epifânica, em plena aula de biologia, que isso da perspectiva se aplica até ao conceito da perfeição...

    Ensinavam-nos, na dita aula, a mexer num microscópio. E a primeira coisa que por ele observámos, aprendendo a macro e micro-focar, foi uma letra pequenina retirada à tesoura de uma página de jornal.

    À vista desarmada (salvo os óculos de alguns colegas), calhou-me um R muitíssimo bem delineado. Numa altura em que os écrans e as impressoras dos computadores tinham resoluções bastante limitadas, as letras dos livros e dos jornais eram, ao meu conhecimento, as "desenhadas" com maior perfeição.

    Pois quando muni a vista com o poderoso microscópio para a observar, surpresa para mim, lá estava o R, bem grande, todo ratado, por dentro e por fora, cheio do que me pareceram, por oposição à observação sem "arma", múltiplas imperfeições...

    E na minha cabeça magicadora de coisas, formou-se uma ideia que me acompanha até hoje:
    — A de que a perfeição existe, ah pois sim, desde que as coisas sejam observadas à devida distância – aquela a que as coisas terão sido feitas para serem vistas...

    ————//————

    Relativamente à segunda ideia posso dizer, por exemplo, que é por raciocínio idêntico ao que ela expressa que, há já muito, me passei a abster de participar, formalmente, do actual sistema político – que move montanhas pelos que "tudo" têm, e nem um calhauzito que seja por quem se vai vendo à rasca toda uma (des)vida...

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    1. Adorei, adorei, adorei e sinceramente fizeste uma soberba narrativa com a qual concordo.

      Beijocas e obrigado

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