
Este era o nosso Pompom que morreu com 20 anos. O veterinário disse que era extremamente "felino e que iria ser grande e forte" e foi de facto.
O homem não domina os gatos, somos nós que temos de nos adaptar e respeitá-los como "felinos".
O seu miado era tão diferente de todos os que ouvia!
Foram imensas histórias que ficaram para recordar e talvez a mais relevante é que mordia (explicável na gaveta que encerrei de vez)todo o "homem" que se abeirasse de mim, desde o meu pai, os genros até ao desgraçado que veio arranjar a máquina de lavar, etc.
Tinha que o fechar na marquise, mas "ah deixe-o à solta..." e de tão felino que era...aparecia do nada e zás!
Tinha 3 meses quando as minhas filhas apareceram com ele. Foi sempre saudável e tratado como mais um elemento da família onde nada lhe faltou.Mas também foi uma prisão para mim, daí tantos animais serem abandonados como são!
Se tivesse sido um cão, iriam de volta com ele, porque um cão é bem diferente de um gato, embora respeite quem tenha cães em apartamentos!
Perguntam-me frequentemente se não quero outro e a minha resposta é e será sempre: NÃO.




