Foi você que pediu um ALDI no Banzão? II
A história de Colares ficou mais pobre com a destruição de um património arbóreo centenário , seguindo-se a destruição da casa Camacho, na Avenida Atlântico 40 , no Banzão - destruição anunciada, para a construção de um hipermercado ALDI - ontem foi o dia em que a economia e a chegada aos "tempos modernos" apagaram deste local uma parte da sua história.
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Dizer que está mal, que estão a destruir património português, para a porcaria de supermercados!
ResponderEliminarBeijocas
Tal e qual e este caso deve ser devido à ilustre visitante que tivemos por estes dias. Já em 2005 tentaram e não conseguiram e agora é isto! Enfim...eles destroem tudo, destroem tudo e não deixam nada!!!!!
EliminarBeijocas e obrigado
A minha discordância vai, fundamentalmente, para a destruição do património português.
ResponderEliminarMas vai também, neste caso particular, para com a cadeia de supermercados ALDI que prima pela falta de respeito para com os seres, por acaso humanos, que tratam como coisas.
E sei do que falo.
Beijocas, bom resto de domingo.
Completamente de acordo e o que existe aqui mais perto está quase sempre vazio e dizem que irá fechar. Agora num local que é mostrado onde inclusivamente há una 3/4 anos um tal ex-presidente da RP e uma tal do CDS que andaram a limpar e a plantar árvores estão caladinhos da Silva? Pois é amigo e é uma área protegida o que não será nas que não são!
EliminarBeijocas
Já é a segunda vez que hoje faço a mesma pergunta - progresso???? :(
ResponderEliminarBjs, boa semana
Também a faço muitas vezes e ver como está aquela zona é triste, bem triste! Aguardemos porque acho que irá ocorrer muita contestação!
EliminarBeijocas
Publicação maravilhosa. Gostei de ler :))
ResponderEliminarHoje:- Não nego, que o meu coração se apaixonou.
Bjos
Votos de uma óptima Segunda-Feira
Mais um local destruído e é bem triste este cenário!
EliminarBeijocas
Esta coisa do "património" é assaz curiosa. Nomeadamente na parte em que quem manda tem posturas variáveis em função de quem pretende "mexer" com o dito. Um exemplo: Se eu fizer obras na minha casa, assim tipo fazer uma janela no sotão, como moro a trezentos metros das muralhas o IPPAR ou lá como se chama não me autoriza. Mas, em contrapartida, permite que os gajos de um hotel abram uma porta na mesma muralha para dar acesso ao parque de estacionamento. Fantástico, não é?! Quem tem razão é o Presidente da Câmara cá do sitio que chama "talibans" a esses gajos do IPPAR em todo o lado onde "bota" discurso!
ResponderEliminarTal e qual e tudo passa pelo que referes. Isto não tem nada a haver com as cores partidárias porque em todas elas há interesses que desconheço já para não falar da falta de competência de as leis serem iguais para todos. Possivelmente os herdeiros da zona terão vendido como e a quem entenderam, mas sendo uma zona protegida a meu ver as regras deveriam ser iguais para todos: reabilitar ou fazer de raiz casa ou casas sem fugir à "traça" da zona.
EliminarEnfim...amanhã passarei por lá e hei-de parar para ver o andamento da coisa:)
Beijocas
Acho que estamos a perder tudo, muito em particular o respeito por todos aqueles que nos sucederem e a quem deixamos um monte de "nada", para não dizer, de lixo.
ResponderEliminarE que raio fazem os presidentes de Câmara, de Junta, e todos aqueles que são(?!) responsáveis pelo Patrimônio, todo ele?!
Uma revolta grande, mas tão grande, é tudo o que sinto perante casos destes.
Brijinho.
Pois é e os herdeiros podem vender a quem quiserem mas no que toca a construções e abate de árvores é outro assunto. A minha filha teve de abater dois pinheiros bravos que não ofereciam segurança. Para tal veio o A,B,C,D e certificarem que realmente estavam na iminência de cair. Agora um hiper naquela zona??? Irei aguardar!
EliminarBeijocas